quarta-feira, maio 07, 2008

Vianden

Nos 85kms do Luxemburgo há castelos para todos os gostos, na vila de Vianden há um castelo no topo de uma colina e toda uma atmosfera calma e limpa com as quatro ou cinco ruazinhas a oferecerem promessas medievais. Não é tão turística como se esperaria desde que evitem olhar para as referências "Victor Hugo" (o escritor viveu em Vianden aquando do seu exílio) que incluem uma casa-museu kitch , a rua Victor Hugo (cerca de 200 metros de comprimento), o hotel Victor Hugo, o restaurante Victor Hugo e o restaurante Victor Hugo... Naturalmente começou a chover a meio da minha subida. Se bem que podia ter sido pior, mal saímos do carro apanhamos granizo, imaginem os pobres coitados que estavam no teleférico na altura.

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sábado, abril 05, 2008

Nickelsdorf (Áustria)

Nickelsdorf é uma vila a 10 minutos da Hungria (e a 45 de Viena) repleta de chocolates artesanais e vinho, quase bom demais para ser verdade. Não só tem um lago enorme que partilha com a Hungria como tem dois rios, cavalos, veados e lebres por todo o lado e claro, insectos que vieram sempre ter comigo. Este foi o local da famosa festa da cerveja: Podemos já ver o potencial, uma fogueira quase pronta e nem um único vizinho para reclamar. Foi preciso ir à Áustria para ouvir Gogol Bordello, Queen, Ray Charles, Beach Boys, Beatles, Flogging Molly e Rocky horror picture show numa só festa. Prometi visitar a minha amiga para o ano se me garantir a música excelente deste ano. Já fiz coisas piores do que apanhar um avião para ir a uma boa festa. Sim, isto é a casa de banho. (se calhar devia fazer um especial casas de banho aqui no blog visto encontrar sempre casas de banho "originais".)

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sexta-feira, abril 04, 2008

Bratislava (Eslováquia)

Bratislava é uma cidade pequena mas espaçosa, repleta de estátuas e "coisas artísticas" pelas ruas, há cor por todo o lado e as pessoas mesmo não falando inglês foram (ou tentaram ser) prestáveis. Comi maravilhosamente bem - tenho um nítido amor pela comida da Europa de Leste - por muito pouco. Acredito seriamente que a reputação lúgubre de algumas capitais da Europa de Leste se deve a visitas durante o regime da União Soviética, ou visitas há dez, doze anos atrás quando estes países ainda estavam a recuperar economicamente e emocionalmente. Ao contrário de Tallinn não senti que estava numa cidade pequena mas espero nunca mais andar em autocarros eslovacos, se bem que acho que não me devo preocupar porque estavam tão podres que não devem durar até à minha próxima visita; os bilhetes dos autocarros não são geridos por zonas mas por minutos, em vez de comprar um bilhete de zona 1, por exemplo, comprei um para 10 minutos. Não encontrei um livro de um escritor eslovaco em inglês, não estou contente.

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segunda-feira, março 31, 2008

Perdida em Viena (Wien)

Andei sozinha a pé cerca de 4h até a minha amiga me encontrar exausta sentada numa paragem de autocarro na pior zona da cidade (eu tenho um dom). Algumas fotos: Não se iludam com o céu azul. Estava muito frio e nevou metade dos dias.

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terça-feira, abril 18, 2006

Bauska

http://www.bauska.lv/eng/?id=7 No sábado já mal me podia mexer - excepto para desligar o despertador - mas tinha o Arthurs à nossa espera em Bauska, fomos num mini-bus cheio, tivemos de ir de pé durante uma hora e depois andamos para cima e para baixo até às 20h20, nitidamente a Margarida come pilhas Duracell ao pequeno-almoço. O palácio de Rundale em Bauska, por pouco não o conseguíamos visitar mas valeu a pena a corrida.

Hehe, ninguém pára a Primavera.

O castelo de Bauska. Embora não se veja nesta foto, o castelo fica numa penínsulazita com um rio de cada lado (que se encontram num pequeno ponto -cerca de 10 metros de comprimento.)

O Arthurs numa ponte que lembra as aventuras do Indiana Jones.

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segunda-feira, abril 17, 2006

Cesis (/Tecis/)

http://cesis.lv/en/?p=260 As ruínas do castelo.

Tudo a postos para visitar as ruínas do castelo. A coitada da senhora do museu não se entendeu com a máquina digital e teimava em procurar um buraquito para espreitar mas o pior foi com a máquina do Huw - estão a ver o que ele tem na mão direita? (a esquerda tem a vela) Pois. Não é um isqueiro, é uma máquina fotográfica. À pala disso já o baptizamos de "James Bond", "o espião galês", "super-spy" e outras alcunhas que não convém publicar.

Tudo contente porque ainda não sabiam onde se iam meter.

Como disse a Maggie no momento em que viu a entrada para as masmorras (ou seja, quando viu o buraco no chão): "ok, James Bond, you go first."

- Can you see anything?

- Eee... hehe... no, not really.

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